Dificuldade para urinar: o que fazer?

Dificuldade para urinar: o que fazer?

dificuldade para urinar afeta, majoritariamente, os homens. Ela se caracteriza pelo fluxo de urina fraco e entrecortado, que exige esforço para estimular a saída do jato. Além disso, gera sensação de que a bexiga não está totalmente vazia e faz com que seja preciso acordar para ir ao banheiro.

Neste artigo, abordamos os principais aspectos a respeito. Continue a leitura e esclareça suas dúvidas!

Como é o diagnóstico do problema?

Na maioria das vezes, o diagnóstico da dificuldade para urinar é clínico, sendo obtido por meio de uma conversa sincera com o urologista. Informações como a quantidade de vezes que precisa urinar por dia (o normal é de cinco a oito) já dão indícios do problema.

Pode-se fazer, também, o exame físico da região pélvica e solicitar alguns exames complementares, para identificar sinais do mau esvaziamento da bexiga. A partir dos resultados, o urologista define o diagnóstico. Em seguida, indica as opções de tratamento mais efetivas.

Quais são as causas da dificuldade para urinar?

A dificuldade para urinar pode ter diversas causas, incluindo o uso de determinados medicamentos a doenças graves. As mais comuns são:

Quer saber mais? Conheça cada uma delas melhor a seguir.

Infecção do trato urinário

A infecção do trato urinário, mais conhecida como infecção urinária, é causada pela presença de micro-organismos, principalmente bactérias, no sistema urinário. Ela varia conforme a localização, podendo ser mais simples (como a cistite) ou mais grave (como a pielonefrite).

Além da dificuldade miccional, os sintomas podem incluir dor ou queimação ao urinar, aumento da frequência urinária, sensação de urgência e/ou dor lombar ou no abdômen. Em casos mais graves, também podem ocorrer como febre, calafrios, náuseas e vômitos.

O tratamento da infecção urinária geralmente envolve o uso de antibióticos e analgésicos. Recomenda-se, ainda, manter uma hidratação adequada e descansar, para acelerar o processo de recuperação.

Estenose da uretra

A estenose da uretra (ou estreitamento uretral) é uma condição relativamente comum. Ela pode causar dificuldade urinária, jato fraco, ardência, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, aumento da frequência urinária e noctúria (excesso de micção noturna).

O tratamento varia conforme o tipo de obstrução. Atualmente, considera-se a cirurgia de uretroplastia a abordagem mais efetiva.

Síndrome da bexiga dolorosa

Definida como uma condição inflamatória da parede vesical, a síndrome da bexiga dolorosa provoca dores pélvicas, urgência miccional, aumento da frequência urinária e/ou noctúria. Devido ao processo inflamatório, o distúrbio causa dores intensas, que só aliviam quando ocorre o esvaziamento vesical.

Trata-se de uma doença crônica e, como tal, não tem cura. Porém, é possível fazer o controle dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos portadores, bem como prevenir complicações.

Prostatite

A prostatite é outra doença masculina comum, prevalente em homens jovens e de meia-idade. Ela consiste na inflamação da próstata e pode ser causada, ou não, por bactérias.

Entre seus sintomas, destacam-se a dificuldade para urinar, urgência miccional, dor durante a ejaculação e febre. Se a causa for bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos; se não for, indicam-se relaxantes musculares, anti-inflamatórios e banho de assento.

Hiperplasia prostática benigna

hiperplasia prostática benigna é o crescimento benigno da glândula. Trata-se de uma condição comum, que afeta, principalmente, homens mais velhos.

Entre os sintomas, além da dificuldade para urinar, pode-se apresentar aumento da frequência miccional, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga e noctúria. Em relação ao tratamento, destacam-se os procedimentos minimamente invasivos, como laser (para vaporização ou enucleação) ou a ressecção transuretral da próstata (RTU).

Câncer de próstata

câncer de próstata é o tipo de neoplasia maligna mais comum entre os homens. Os sintomas geralmente aparecem em estágios avançados e incluem dificuldade miccional, jato fraco ou interrompido, presença de sangue na urina ou no sêmen, entre outros.

Casos avançados costumam ser tratados por meio cirurgia (prostatectomia radical). Além disso, terapêuticas complementares (como a radioterapia, a braquiterapia ou a combinação de ambas),podem ser indicadas.

Saiba mais emTratamento do câncer de próstata: o que você precisa saber

Como é o tratamento da dificuldade para urinar?

O tratamento da retenção urinária é definido pelo urologista, variando conforme a causa do distúrbio e as condições de saúde geral do paciente. Em geral, a abordagem objetiva aliviar os incômodos e melhorar o fluxo urinário. Por exemplo:

  • para homens com HPB, pode-se usar medicamentos que diminuem o tamanho da glândula;
  • para pacientes com estenose da uretra, indica-se a correção cirúrgica por meio da uretroplastia ou uretrotomia interna.

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Por que é preciso procurar ajuda especializada?

Sem o tratamento adequado, há uma piora considerável do quadro, bem como o risco de diversas complicações. Aliás, vale lembrar que o único que pode prescrevê-lo é o urologista, após avaliar o paciente. Por isso, nada de se automedicar!

Para concluir, na presença da dificuldade para urinar, procure sempre um especialista. Se você mora ou trabalha na região de Osasco, SP, conte com a equipe experiente e altamente capacitada da clínica Urologia Vida!

Caso ainda tenha alguma dúvida, sinta-se à vontade para entrar em contato. Se desejar, aproveite e já agendea sua consulta!

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